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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Energia Eólica: lobo travestido de cordeiro?
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O uso das TICs no ambiente escolar
Cada dia que passa a informática se torna mais constante na vida das pessoas. No ambiente escolar ela vem sendo inserida de forma gradativa. Hoje todo trabalho burocrático pode ser feito de maneira mais rápida e eficiente. A escola vem mudando estrutural e funcionalmente em relação as novas TICs.
Até pouco tempo tudo era feito manualmente dentro do ambiente escolar. Um trabalho demorado e que se danificava mais facilmente com o passar do tempo. Hoje as escolas possuem máquinas de xerox, as secretarias são equipadas com computadores conectados à internet e podem fazer a ligação entre escolas agilizando, assim, o trabalho de coleta de informações em relação a vida de seus alunos e funcionários.
Através desse artigo pretendo fazer uma pequena reflexão sobre a importância das tecnologias de informação e comunicação no ambiente escolar.
Desenvolvimento
A utilização das tecnologias está se tornando cada vez mais populares. As pessoas utilizam tecnologias a todo instante, seja em casa com novos eletrodomésticos que facilitam a vida, seja com aparelhos que se conectam e interagem com o mundo externo, seja no ambiente de trabalho onde as novas tecnologias implantadas a todo o momento, ou no ambiente escolar onde trabalhos como o de confecção de boletins, cadastro de alunos e funcionários, certificados de conclusão de curso, históricos e mais uma infinidade de atividades são feitos com a ajuda de computadores e máquinas de xerox. As escolas, ainda, contam com internet para conexão com as superintendências de ensino, secretárias de ensino e demais escolas, minimizando e agilizando as informações.
Segundo RAMOS "a utilização das novas tecnologias tem provocado transformações na realidade social, confirmando a importância do uso dos computadores e das mídias digitais na Educação". Contudo, apesar do grande discurso sobre a importância da utilização das TICs nas escolas percebemos que o professor, ainda, está arraigado as salas de aula tradicionais. Talvez isto se deva ao fato que nós professores não fomos educados com tecnologias. Nós somos os chamados ?migrantes digitais?, nascemos em uma era com pouca tecnologia e estão nos adaptando a elas.
De acordo com VILARINHO "o que não pode ocorrer é o professor ignorar o fato de a tecnologia digital fazer parte do dia a dia do aluno (...). os recursos tecnológicos são armas fundamentais para tornar as aulas mais instigantes e apreciadas". O aluno ao contrario do professor é um ?nativo digital?, nasceu inserido as novas tecnologias e não tem medo dela.
Estamos presenciando a popularização das TICs, que se tornam, cada vez mais, parte da vida das pessoas, seja no trabalho ou como forma de interação das pessoas com o mundo em que estão inseridas, difundindo conhecimentos e culturas.
O uso do computador e das mídias digitais se torna cada vez mais importantes para a melhoria do ambiente escolar. Mas essa melhoria só se torna significativa a partir do momento que o professor toma consciência que para ser eficiente ele deve conhecer e ter um conhecimento básico da tecnologia que irá utilizar para não correr o risco de se perder perante indivíduos críticos que dominam esse tipo de equipamento.
As TICs devem ser usadas no ambiente escolar como um aliado para a promoção do aprendizado, não se esquecendo que o professor é quem determina o conteúdo e o aluno é o sujeito que decide o melhor caminho para digerir esse conteúdo. Como afirma VIEIRA "as profundas e rápidas transformações, em curso no mundo contemporâneo, estão exigindo dos professores que atuam na escola, de um modo geral, uma revisão de suas formas de atuação". O professor hoje tem o papel de mediador-facilitador-animador do processo de ensino aprendizagem para formar alunos críticos que buscam construir seu próprio saber.
FRÓES afirma que "os recurso atuais da tecnologia, os novos meios digitais: multimídia, a Internet, a telemática trazem novas formas de ler, de escrever e, portanto, de pensar e agir". Os alunos muitas das vezes já estão familiarizados com as mídias (são nativos digitais) mas não percebem sua importância educativa. O simples ato de editar um texto faz com que a pessoa interprete de forma diferente o texto que utiliza ou que está produzindo.
A utilização das TICs no ambiente escolar não deve ser vista como uma ferramenta apenas para apresentação de um assunto, pois quando a usamos somos modificados por elas e, tanto professores quanto alunos conseguem melhorar seus conhecimentos e adquirir novos.
O professor não precisa se tornar um especialista em TICs para que estas tecnologias sejam implantadas em suas aulas. Ele precisa é de incentivo, de estímulo para poder mudar sua ação pedagógica e ter consciência de que ele é um facilitador do conhecimento e que as mudanças escolares partem principalmente dos professores.
Finalizando podemos citar MORAN, que afirma que "Há mudanças drásticas no mundo do trabalho. As empresas estão substituindo todas as tarefas de rotina, previsíveis, por soluções tecnológicas, programas ou equipamentos. (...) [Pessoas] que saibam resolver problemas, trabalham bem tanto individualmente como em grupo e que sejam extremamente eficientes". Por isso, é que o ambiente escolar tem que se inovar e buscar nas TICs uma aliada para formar pessoas qualificada e que possam suprir as necessidades do mercado de trabalho atual.
Considerações finais
Podemos perceber que para se utilizar as TICs no ambiente escolar o que precisamos é de professores incentivados e abertos aos novos conhecimentos, que percebam que seus alunos são sujeitos nativos das tecnologias e estão se desenvolvendo em conjunto com elas, descobrindo a cada apertar de botão um mundo novo, e que ele, professor, deve perder o receio de apertar o botão e estragar a máquina. Tudo começa na escola e com a ajuda dos professores e das TICs é que se espalha pela mundo.
Referencias bibliográficas
FRÓES, José R.M. Educação e Informática: A relação Homem/Máquina e a Questão da Cognição ? http://www.proinfo.gov.br/bilbioteca/textos/txtie4doc.pdf
MORAN, José Manuel. Desafios na Comunicação Pessoal. 3ª ed.. São Paulo: Paulinas, 2007-p.10-15.
VIEIRA, Fábia Magali Santos. Gerência da Informática Educativa: segundo um pensamento sistemático ? http://www.connect.com.br/ñtemg7/gerinfo.htm (nov/2002)
VILARINHO, Sabrina. Equipe Brasil Escola. http://www.educador.brasilescola.com>...< Português.
Por Regina Maria Dutra.
Graduada em Ciências Sociais, professora de História para as séries finais do Ensino Fundamental e de Sociologia para o Ensino Médio da rede estadual de Minas Gerais e tutora presencial do curso de Graduação de Geografia pela Unimontes, no polo de Pompéu.
Fonte: http://www.webartigos.com/artigos/o-uso-das-tics-no-ambiente-escolar/59618/
Militares mortos na Antártica recebem medalhas e promoção no Rio
Os dois morreram na madrugada de sábado (25) enquanto combatiam um incêndio que começou na área dos geradores de energia da estação. Uma pessoa ficou ferida. A base que abrigava 45 pesquisadores de diversas áreas ficou destruída e o governo anunciou que ela deve ser reconstruída em dois anos.
Muito emocionados, os familiares receberam os cumprimento dos oficiais da Marinha. No caminho para entrar no ônibus, a mãe do segundo-sargento Santos falou, rapidamente, com os jornalistas. "Ele sempre foi o meu herói. Ele era tudo para mim desde pequeno." Já a viúva de Figueiredo, Nilza Costa Figueiredo, disse apenas que foi casada com ele por 26 anos.
Ao final da cerimônia, os corpos dos dois militares foram levados para o Instituto Médico Legal (IML). Segundo a assessoria de imprensa da Marinha, o corpo do segundo-tenente Santos pode ser velado ainda nesta terça no Cemitério do Caju, na Zona Portuária da cidade. Já o corpo do segundo-tenente Figueiredo será encaminhado para Vitória da Conquista, na Bahia, sua cidade natal.
Heroísmo
Durante a cerimônia, o vice-presidente da República, Michel Temer, lamentou as mortes. “Esses homens que se foram agora não têm medo, se temessem, não teriam tido o gesto de heroísmo que tiveram na Antártida. Que o exemplo deles sirva para seus filhos, para a Marinha e para todos os brasileiros. Em nome do povo brasileiro, que está acompanhando tudo isso, quero prestar solidariedade à família e à Marinha do Brasil”, disse o vice-presidente.
De acordo com o ministro da Defesa, Celso Amorim, os militares são exemplo de heroísmo e profissionalismo e serão lembrados sempre pela Marinha e pelas Forças Armadas do Brasil. “Reconstruiremos a estação da Antártica também em homenagem a esses homens que tombaram no cumprimento do dever”, ressaltou o ministro.
Também participaram da cerimônia os comandantes das três Forças Armadas: almirante-de-esquadra Julio Soares Moura Neto, da Marinha; tenente-brigadeiro-do ar Juniti Saito, da Aeronáutica, e general Enzo Martins Peri, do Exército.
"Por mais que tentemos externar nossos sentimentos, nunca será o suficiente. Nossos dois heróis realizaram esse último sacrifício e ofereceram suas vidas no cumprimento do dever", afirmou o almirante Julio Neto.
Peritos investigam incêndio
Os peritos que vão investigar as causas do incêndio que destruiu a base de pesquisas científicas da Marinha brasileira já estão na Antártica. O avião da FAB (Força Aérea Brasileira) que foi para a base chilena Eduardo Frei resgatar o corpos dos dois militares que morreram na estação levou o embaixador brasileiro no Chile, integrantes da diplomacia e militares. Eles dividem espaço com suprimentos, caixas, roupas, equipamentos de comunicação e comida para os 12 militares que estavam na estação na hora do incêndio e que foram levados para a base chilena.
O capitão Fernando Coimbra, chefe da estação brasileira na Antártica, diz que não houve explosão antes do incêndio. Ele contou que o suboficial Carlos Figueiredo e o primeiro sargento Roberto dos Santos, que morreram no incêndio, tentavam fechar a válvula do reservatório de etanol para evitar que o fogo se espalhasse pela mangueira e chegasse ao tanque, que ficava atrás do gerador.
Segundo o capitão, a equipe tentou usar água do mar para controlar o incêndio, mas a água congelou na mangueira. Os corpos dos dois foram encontrados a dez metros do compartimento dos geradores a óleo, onde o fogo teria começado. “Mais do que perda material, mais do que da nossa casa durante um ano é a perda dos nossos amigos”, afirmou o chefe da estação antártica brasileira, Fernando Coimbra.
Quarenta e cinco militares e pesquisadores, que estavam na base brasileira na Antártica, chegaram ao Brasil na madrugada de segunda-feira (27). A maior parte do grupo desembarcou na Base Aérea do Galeão. Cansados e abalados com o acidente, traziam apenas as roupas do corpo. Contaram que o fogo se espalhou rapidamente e não puderam salvar objetos pessoais.
Entre os que chegaram estava o primeiro sargento Luciano Gomes Medeiros, que sofreu queimaduras nas mãos. Ao sair do avião, ele foi colocado numa cadeira de rodas e levado para o hospital da Marinha, onde permanece em observação.
Fonte:
http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/02/militares-mortos-na-antartica-recebem-medalhas-e-promocao-no-rio.html
Bullying
O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.
O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.
As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.
As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.
O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.
No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
Professora de Goiânia resgata brincadeiras e recebe prêmio
Moradora de Hidrolândia, a 30 quilômetros da capital, Ângela leciona desde os 16 anos, quando concluiu o curso de nível médio de magistério. Naquela época, descobriu a paixão pelo ensino. Mesmo lecionando em escolas públicas, nas quais, às vezes, faltam recursos para efetivar determinadas propostas de trabalho, ela garante que o mais importante não lhe falta: “Entusiasmo, criatividade, predisposição interna para a mudança, bem como o desejo de cativar as crianças e criar propostas inovadoras, que tornem as aulas mais criativas e façam a diferença na vida dos educandos”.
Formada em pedagogia, com especialização em planejamento educacional e psicopedagogia, ela acredita que o trabalho do educador produz a diferença quando ele gosta do que faz e busca uma formação continuada. “É preciso valorizar muito o professor”, salienta.
Na opinião de Ângela, o magistério é uma profissão capaz de formar pessoas que veem e compreendem a realidade, atuando nessa realidade como elemento de mudança e transformação. “Enquanto educa, o professor forma mentalidades que podem exercer a cidadania e lutar por uma sociedade mais justa e igualitária”, ressalta.
A professora revela que seu trabalho é todo subsidiado por projetos, originados principalmente dos interesses e necessidades do grupo de alunos. “Ao trabalhar com projetos, tornamos nosso currículo mais dinâmico, rico e significativo”, diz. Para ela, os projetos também permitem que a interdisciplinaridade ocorra de forma natural, além de instigar o interesse das crianças e o engajamento da família nas propostas de trabalho. Possibilitam ainda o entrelaçamento dos conhecimentos científicos e não científicos e permitem que as crianças se considerem integrantes do processo. “Aos poucos, elas vão se apropriando de nossa cultura e construindo seus conhecimentos”, enfatiza.
Resgate — O projeto premiado resgatou brincadeiras do tempo em que os pais dos estudantes eram crianças, de modo a ampliar o repertório de atividades lúdicas no cotidiano dos alunos. Procurou, também, integrar o estudo da vida e da obra de Cândido Portinari (1903-1962), com suas brincadeiras populares infantis. Uma parceria com a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Goiânia valorizou a prática da inclusão. Outra preocupação do projeto foi a de desenvolver experiências significativas por meio de múltiplas linguagens para incentivar a interação entre as crianças e promover a aprendizagem.
De acordo com Ângela, foi possível observar, na prática, que o resgate de brincadeiras mais antigas aproximou os pais da escola, abriu espaço para a criatividade e tornou as crianças mais amigas umas das outras. Contribuiu ainda para a valorização de brincadeiras que estavam esquecidas. “Notamos que o projeto permitiu uma prática mais reflexiva, que valorizou o conhecimento de mundo das crianças, de forma que esse conhecimento fosse vivido, sentido, percebido e explorado por meio de situações diversas”, argumenta a professora. Ela conclui que o trabalho permitiu o entrelaçamento entre o brincar, o cuidar e o educar, ao reconhecer a criança como sujeito de direitos com poder de imaginação, fantasia e criatividade.
Fátima Schenini
Fonte:
http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17538
Senadores lamentam mortes e anunciam audiência para discutir acidente na Antártica

A audiência para discutir o acidente e os próximos passos do Programa Antártico Brasileiro (Proantar) será realizada em conjunto pela CMA e pelas Comissões de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) e de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), provavelmente no dia 6 de março.
Rollemberg lamentou o acidente na base, em particular a morte dos dois militares que tentavam controlar o incêndio, mas fez questão de elogiar o Programa Antártico Brasileiro (Proantar). Segundo o senador, o Proantar é uma das grandes conquistas nacionais, por conta das pesquisas científicas relevantes, que colaboram com o desenvolvimento do país.
Em nota divulgada ainda no sábado, antes da notícia das mortes dos militares, o presidente da CCT, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), manifestou solidariedade a todos envolvidos nos trabalhos na base. Ele destacou o trabalho dos militares e dos cientistas brasileiros na Antártica, que considera "de importância vital para o presente e o futuro do nosso país e do planeta".
Os senadores Ana Amélia (PP-RS) e Sérgio Souza (PMDB-PR) pediram, nesta segunda, o esforço do governo brasileiro para reconstruir a base o mais rápido possível, a fim de permitir a retomada das pesquisas.
- Esperamos que o governo brasileiro investigue com precisão e agilidade as causas do acidente e garanta a reconstrução da nossa base de estudos na Antártica de forma mais segura e muito mais avançada - disse Ana Amélia.
Também lamentando as mortes e os estragos na base brasileira, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) criticou o governo federal pelos cortes nos repasses de recursos para as pesquisas na Antártica. Segundo ele, o orçamento do Proantar passou de R$ 18 milhões, em 2011, para R$ 10 milhões, em 2012. Além disso, do montante previsto para o ano passado, só R$ 9,2 milhões foram efetivamente liberados.
- O incêndio, o naufrágio e o estrago no navio dão ideia da penúria que assola esse programa brasileiro - afirmou o senador.
Fonte: Agência Senado
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Matrículas pelo Prouni começam nesta segunda-feira e vão até o dia 1º
MEC divulgou primeira chamada para 195 mil bolsas de estudo na sexta.
Confira a lista de documentos exigidos para confirmar a matrícula.
Os estudantes aprovados na primeira chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni) podem entregar, a partir desta segunda-feira (23), os documentos exigidos pelas instituições de ensino superior para confirmar a matrícula.
De acordo com o cronograma divulgado pelo Ministério da Educação, o período de matrículas vai até o dia 1º de fevereiro, e a segunda chamada será divulgada no dia 7, com prazo para matrícula e comprovação de informações até o dia 15.
O sistema de consulta dos candidatos pré-selecionados no Prouni foi ao ar na sexta-feira (20). A divulgação do resultado estava prevista para domingo (22), mas o MEC antecipou os resultados assim como fez com os resultados do Enem e do Sistema Nacional de Seleção Unificada (Sisu).
Para saber se obteve uma das 195.030 bolsas de estudos em instituições particulares de ensino superior, o estudante deve inserir o número de inscrição no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) e o CPF e digitar os caracteres que aparecem na tela. Acesse o sistema do Prouni.

Tela para consulta dos aprovados no Prouni (Foto: Reprodução)
Lista de espera
Ao fim das duas chamadas, os candidatos não pré-selecionados, ou aqueles que foram pré-selecionados em cursos sem formação de turma, podem manifestar interesse em fazer parte da lista de espera, que será usada pelas instituições participantes do programa para a ocupação das bolsas eventualmente ainda não ocupadas.
O período para manifestação de interesse na lista irá de 22 a 24 de fevereiro. Ao fim desse prazo, serão feitas duas convocações dos integrantes. A primeira, em 27 de fevereiro, com prazo para comprovação de documentos e matrícula de 28 do mesmo mês até 2 de março. A segunda, em 9 de março, com prazo de 12 a 15 de março.
Recorde de inscritos
O Prouni tem um total de 1.208.398 candidatos participantes. O número de inscritos é recorde na história do programa, criado pelo governo federal em 2004. No ano passado foram inscritos 1.048.631 candidatos.
Cada estudante teve o direito de fazer duas opções de cursos. Dessa forma, o número de inscrições chegou a 2.323.546.
Os estados com maior número de inscrições foram São Paulo, com 211.431; Minas Gerais, 151.437; Bahia, 92.983; Rio Grande do Sul, 82.046, e Rio de Janeiro, 73.534.
A oferta para este primeiro semestre é de 195.030 bolsas. sendo 98.728 integrais e 96.302 parciais, de 50% da mensalidade, em 1.321 instituições de ensino superior particulares, entre universidades, centros universitários e faculdades.
A oferta de bolsas de estudos em instituições privadas de ensino superior já foi divulgada no site do programa. O Ministério da Educação disponibiliza na página do Prouni o sistema de pesquisa por curso e por município das ofertas de bolsas de estudo de instituições privadas de ensino superior (universidades e centros universitários) participantes do programa.
Critérios
Podem se candidatar às bolsas integrais estudantes com renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio (R$ 933, a partir de 1º de janeiro). As bolsas parciais são destinadas a candidatos com renda familiar de até três salários mínimos (R$ 1.866, em janeiro) por pessoa. Além de ter feito o Enem 2011, com um mínimo de 400 pontos na média das cinco notas do exame e pelo menos nota mínima na redação, o candidato deve ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou, em caso de escola particular, na condição de bolsista integral.
Professores da rede pública de ensino básico que concorrem a bolsas em cursos de licenciatura, curso normal superior ou de pedagogia não precisam cumprir o critério de renda, desde que estejam em efetivo exercício e integrem o quadro permanente da escola na qual atuam.
Criado em 2004, o Prouni já concedeu 919 mil bolsas de estudos em cursos de graduação e sequenciais de formação específica.
Fonte: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2012/01/matriculas-pelo-prouni-comecam-nesta-segunda-feira-e-vao-ate-o-dia-1.html



